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A BRMALLS QUER QUE VC MORE NOS TERRENOS DE SEUS SHOPPINGS.

Na visão da administradora, shopping
do futuro será parte de um complexo multiuso conectado pela tecnologia

 



A brMalls (BRML3) vem se
preparando para a transformação pelas quais os shoppings passarão no
futuro. Recentemente, a administradora de centros de compras se uniu à Vitacon para construir
torres residenciais em shoppings nos quais exista potencial construtivo
remanescente.


 



Na
visão da empresa, atualmente um shopping tem de estar inserido em um complexo multiuso no qual
diferentes empreendimentos se complementam. Devem unir torre comercial,
residencial, hotel, centro médico e lojas de varejo. "Nessa composição,
ganhamos relevância", diz Camila Monteiro, gerente de novos negócios da
brMalls.


 



"Há
uma dificuldade do varejo crescer, e se não vemos capacidade do lojista
conseguir pagar uma torre imobiliária ajuda a pagar a conta e a continuarmos
administrando o empreendimento. Um complexo é mais resiliente em seus
resultados. Shoppings com torres comerciais demonstram resultados superiores e
fluxo constante. Ele não fica vazio no meio da semana, o que reflete em suas
vendas e aluguéis".


 



O potencial construtivo
remascente nos shoppings da brMalls, que pode abrigar empreendimentos de
diversos tipos, é extenso: soma 800 mil metros quadrados. Na parceria com a Vitacon, serão
utilizados 200 mil metros quadrados deste saldo.


 



"Ainda
teremos um grande potencial para desenvolver, que não desenvolveremos a
qualquer preço. Se o mercado para imóveis comerciais não está bom, vamos
esperar para fazer. O complexo multiuso não é algo para agora, mas temos de
planejar e começar a fazer esse movimento", diz a executiva. ".

 



Como vai funcionar


 



A união com a Vitacon consiste em
inserir 20 torres,
a maior parte residenciais, em sete
shoppings
. Estas torres irão ocupar 380 mil metros
quadrados de área construída.


 



A metragem dos apartamentos irá variar
de 25 a 110 metros quadrados,
com valores de R$ 8 mil/m² a R$ 12 mil/m²,
com foco no público e casais jovens, que prezam por conveniência. O primeiro
lançamento deve ocorrer a partir de 2023, e o Valor Geral de Vendas (VGV) da parceria deve
ultrapassar R$ 2 bilhões
.


 



Um deles é o Shopping Tamboré, em Alphaville,
empreendimento com potencial de expansão de até cinco torres, conta Monteiro.
"Podemos diminuir o estacionamento descoberto e dar novos usos para ele,
que já tem uma torre comercial e um hotel. O próximo passo é uma torre
residencial".


 



As torres residenciais serão conectadas
aos shoppings com independência. Os moradores não irão sofrer para entrar em
casa em datas que lotam os centros de compras, como o Natal. O objetivo é ter
uma rampa de acesso de carros e entrada de pedestres separadas. Caso os
moradores desejem ir ao shopping, podem fazer o trajeto. Mas esse trajeto não
será obrigatório.

 


Tecnologia

 



A escolha da Vitacon foi feita por
conta de uma convergência de estratégias. A incorporadora busca se expandir
nacionalmente por meio de empreendimentos bem localizados, algo que os
shoppings oferecem.

 



Mas a escolha do parceiro mirou
principalmente a sua cultura de inovação e o seu braço de tecnologia, a Housi,
diz a executiva. "A Vitacon deixou de ser a incorporadora que vai embora
quando a obra termina para agregar valor aos empreendimentos. Nós estamos em um
processo de digitalização e podemos gerar mais negócios em conjunto".

 

 



A ideia é testar a conectividade em um
empreendimento conjunto. Quem morar no prédio residencial do complexo pode ter
programa de vantagens ao realizar compras dentro do shopping, e receber
promoções de academias, cinema e salões nos momentos de baixa ocupação, durante
a semana.

 



A administradora aponta ter suas
próprias ferramentas e apps, mas mira serviços agregados e sinergias que possam
baratear custos. "Será que faz sentido ter um sistema de segurança na
portaria do prédio residencial em nosso shopping, ou usarmos apenas uma
segurança para todo o complexo? Isso pode tornar o condomínio mais
barato".

 



Recuperação antes do esperado


 



No primeiro trimestre, a empresa viu
seus resultados voltarem aos patamares de 2019, nível que esperava recuperar
daqui dois anos.

 



Um dos incentivos foi o esforço para
segurar suas taxas de ocupação, concedendo carências e negociando descontos
para lojistas. "Observamos que até os lojistas criarem novamente
investimentos necessários para construírem uma loja no pós-pandemia, iríamos
demorar para conseguir novos lojistas. Estamos agora colhendo os frutos desta
estratégia", conclui Monteiro.

Fonte: Exame

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